Lição 1- O primeiro ato de adoração: reconhecendo a soberania de Deus desde o princípio | 2° Trimestre de 2025 | BETEL

TEXTO ÁUREO “Pela fé, Abel ofereceu a Deus maior sacrifício do que Caim, pelo qual alcançou testemunho de que era justo, dando Deus testemun...

COMENTARIO EXTRA

Comentário de Hubner Braz


Pela fé, Abel ofereceu a Deus maior sacrifício do que Caim, pelo qual alcançou testemunho de que era justo, dando Deus testemunho dos seus dons, e, por ela, depois de morto, ainda fala.” (Hebreus 11.4)


📜 1. Contexto de Hebreus 11

Hebreus 11 é conhecido como o “Capítulo dos Heróis da Fé”. O autor, ao escrever para cristãos hebreus perseguidos, os encoraja a manterem a fé, apontando exemplos de homens e mulheres do Antigo Testamento que confiaram em Deus mesmo sem ver o cumprimento das promessas. Abel é o primeiro mencionado, o que indica a centralidade da fé autêntica no culto e na vida diante de Deus desde o princípio da humanidade.


🔍 2. Análise das Palavras-Chave no Grego

a) "Pela fé" – πίστει (pistei)

  • Vem de pistis, que significa fé, confiança, fidelidade, convicção firme baseada na revelação divina.
  • Neste contexto, pistei é dativo instrumental: foi através da fé que Abel fez o que agradou a Deus. Não foi o valor externo da oferta que contou, mas a confiança no Deus a quem ele adorava.

b) "Ofereceu" – προσήνεγκεν (prosēnenken)

  • Verbo no aoristo de prospherō, que significa “levar, apresentar, oferecer como um dom ou sacrifício”.
  • Indica que Abel não apenas deu algo, mas apresentou a Deus com reverência e propósito, em contraste com Caim, que deu sem fé (cf. Gn 4.3-5).

c) "Maior sacrifício" – πλείονα θυσίαν (pleiona thysian)

  • Pleiona = maior, mais excelente, superior.
  • Thysia = sacrifício ou oferta dedicada a Deus.
  • A ideia aqui é que a oferta de Abel foi superior em qualidade espiritual por ser movida pela fé, e não apenas pelas aparências.

d) "Testemunho" – ἐμαρτυρήθη (emarturēthē)

  • Verbo passivo de martyreō, que significa “dar testemunho, declarar publicamente, confirmar”.
  • Deus testificou da oferta de Abel como agradável, o que indica reconhecimento divino da justiça que vem pela fé.

e) "Justo" – δίκαιος (dikaios)

  • Palavra fundamental no vocabulário teológico do Novo Testamento.
  • Refere-se àquele que é declarado justo por Deus, ou seja, em posição correta diante dEle pela fé, antes mesmo da Lei ou das obras.

f) "Depois de morto, ainda fala" – λαλεῖ (lalei)

  • Verbo no presente: “ainda está falando”.
  • Indica que o testemunho de Abel transcende sua morte, ecoando através da história como exemplo de verdadeira adoração e fé viva.

🧠 3. Comentário Teológico Profundo

Abel representa o princípio da justificação pela fé desde Gênesis. Ele não confiou em rituais, formas ou méritos humanos, mas adorou a Deus com coração crente, oferecendo o melhor em resposta à graça divina.

A fé de Abel é um tipo de Cristo, cuja oferta foi perfeita e aceita por Deus. Assim como o sangue de Abel clamava da terra (Gn 4.10), o sangue de Cristo “fala coisas superiores” (Hb 12.24).

📚 Segundo Donald Guthrie em Comentário de Hebreus (Série Cultura Cristã), “a fé não apenas transforma a ação, mas também permanece como testemunho eterno”. E Raymond Brown observa: “a oferta de Abel foi um ato espiritual consciente – ele deu com fé, e por isso sua voz não silenciou com a morte”.


💬 4. Aplicação Espiritual

A fé verdadeira não está em simples atos religiosos, mas em uma vida que crê, obedece e adora a Deus com sinceridade e coração rendido. Abel não falou palavras, mas sua vida falou mais alto do que a de muitos.

Identificar as diferenças entre Caim e Abel.
Ressaltar o valor da adoração.
Saber que a Queda afetou a verdadeira adoração.

1 E conheceu Adão a Eva, sua mulher, e ela concebeu, e teve a Caim, e disse: Alcancei do Senhor um varão.
2 E teve mais a seu irmão Abel; e Abel foi pastor de ovelhas, e Caim foi lavrador da terra.
3 E aconteceu, ao cabo de dias, que Caim trouxe do fruto da terra uma oferta ao Senhor.
4 E Abel também trouxe dos primogênitos das suas ovelhas e da sua gordura; e atentou o Senhor para Abel e para a sua oferta.
5 Mas para Caim e para a sua oferta não atentou. E irou-se Caim fortemente, e descaiu-lhe o seu semblante.

COMENTARIO EXTRA

Comentário de Hubner Braz


📖 GÊNESIS 4:1-5 — COMENTÁRIO BÍBLICO E TEOLÓGICO COM RAÍZES HEBRAICAS


🧬 1. O nascimento de Caim e Abel

Verso 1:

“E conheceu Adão a Eva, sua mulher, e ela concebeu, e teve a Caim, e disse: Alcancei do Senhor um varão.”

  • A palavra hebraica para “conheceu” é יָדַע (yadaʿ), que implica intimidade profunda e relacional, não apenas sexual. Mostra que o relacionamento entre Adão e Eva era de aliança, não meramente físico.
  • O nome Caim (קַיִן – Qayin) vem de uma raiz que significa “adquirir, obter”, como Eva diz: “Alcancei (קָנִיתִי – qaniti) do Senhor um varão.” Eva reconhece Deus como fonte da vida.

Verso 2:

“E teve mais a seu irmão Abel; e Abel foi pastor de ovelhas, e Caim foi lavrador da terra.”

  • Abel (הֶבֶל – Hevel) significa “vapor, sopro, transitoriedade” — a mesma palavra usada em Eclesiastes para “vaidade”. Isso antecipa sua vida breve, mas significativa.
  • A diferença de vocações (Caim lavrador, Abel pastor) não representa uma hierarquia moral ou espiritual por si só — ambos realizavam trabalhos lícitos e dignos.

🔥 2. O culto e as ofertas dos irmãos

Verso 3:

“E aconteceu, ao cabo de dias, que Caim trouxe do fruto da terra uma oferta ao Senhor.”

  • Ao cabo de dias” sugere um tempo marcado para adoração. Há aqui a ideia de culto regular.
  • A palavra hebraica para “oferta” é מִנְחָה (minḥah), que significa “presente, tributo, doação voluntária”.
  • Caim trouxe “do fruto da terra”, mas o texto não especifica se foi o melhor ou os primeiros frutos. Isso já sugere uma diferença de atitude.

Verso 4:

“E Abel também trouxe dos primogênitos das suas ovelhas e da sua gordura...”

  • Abel trouxe dos primogênitos (בְּכֹרוֹת – bekhorot) e da gordura (חֶלְבֵהֶן – ḥelbehén) — ou seja, o melhor e o primeiro.
  • Isso revela um coração que honra a Deus acima de tudo, reconhecendo que Ele merece prioridade e excelência.

📚 O teólogo Walter Kaiser Jr. observa: “a diferença entre as ofertas não estava na natureza dos dons, mas na qualidade da fé e da intenção com que foram oferecidos” (Toward an Old Testament Theology).


🙏 3. A resposta divina e o problema do coração

Verso 4 (continuação):

“...e atentou o Senhor para Abel e para a sua oferta.”

  • O verbo hebraico שָׁעָה (shaʿah) significa “olhar com aprovação, voltar-se favoravelmente”.
  • Deus primeiro atentou para Abel e depois para a sua oferta — isso mostra que Deus se importa mais com o ofertante do que com a oferta (cf. Sl 51.17).

Verso 5:

“Mas para Caim e para a sua oferta não atentou. E irou-se Caim fortemente, e descaiu-lhe o seu semblante.”

  • A ausência do favor de Deus não foi arbitrária. Caim foi rejeitado por sua falta de fé, motivação errada e atitude rebelde (cf. Hb 11.4; 1 Jo 3.12; Jd 11).
  • A palavra “descaiu-lhe o semblante” sugere frustração interior que se exterioriza em expressão de raiva. Ao invés de arrependimento, Caim alimenta o ressentimento.

📖 1 João 3.12 interpreta essa atitude:

“...não como Caim, que era do maligno, e matou a seu irmão. E por que causa o matou? Porque as suas obras eram más, e as de seu irmão, justas.”


📘 Referências Acadêmicas e Teológicas

  • Bruce K. Waltke afirma que "o culto de Abel é aprovado porque provém de um coração reto diante de Deus" (Genesis: A Commentary).
  • Gordon Wenham destaca que a aceitação de Deus a Abel não é pela substância da oferta, mas pela “qualidade da dedicação com que foi oferecida” (Word Biblical Commentary – Genesis).
  • Matthew Henry comenta: “Deus viu o coração de Caim, e não o aprovou; viu o coração de Abel, e se agradou — pois o sacrifício de fé é sempre aceitável ao Senhor.”

Aplicações Espirituais

  1. Deus se importa com o coração do adorador, não apenas com a oferta em si.
  2. A fé que motiva o culto define sua aceitação. Sem fé é impossível agradar a Deus (Hb 11.6).
  3. O culto verdadeiro exige entrega, reverência e generosidade.
  4. A inveja e a religiosidade morta conduzem à ruína espiritual — como no caso de Caim.

SEGUNDA | Gn 4.2 Abel, o primeiro pastor de ovelhas.
TERÇA | Gn 4.5 Caim, um homem com uma oferta recusável.
QUARTA | Gn 4.9 Caim, um homem de coração arrogante.
QUINTA | Gn 4.10 Abel, uma vítima da violência.
SEXTA | Hb 11.4 Abel, um homem de fé.
SÁBADO | 1Jo 3.12 Caim, um homem de más obras.

COMENTARIO EXTRA

Comentário de Hubner Braz


📖 SEGUNDA – Gênesis 4.2

“E teve mais a seu irmão Abel; e Abel foi pastor de ovelhas, e Caim foi lavrador da terra.”

  • Abel é identificado como pastor de ovelhas (ro'eh tson, רֹעֵה צֹאן), uma função que, ao longo da Bíblia, se torna símbolo de liderança espiritual e cuidado divino (cf. Sl 23.1).
  • Os patriarcas, Moisés e Davi foram pastores antes de serem líderes — uma imagem de Cristo, o Bom Pastor (Jo 10.11).
  • A vida de Abel aponta para a vocação sacerdotal e de intercessão, como alguém que lida com sacrifícios.

Aplicação: O cuidado com as “ovelhas” exige um coração voltado a Deus e sensível à direção do Espírito.


📖 TERÇA – Gênesis 4.5

“Mas para Caim e para a sua oferta não atentou. E irou-se Caim fortemente, e descaiu-lhe o seu semblante.”

  • O termo hebraico para "ira" é וַיִּחַר – vayyichar, que denota indignação violenta.
  • O problema de Caim não foi apenas na oferta, mas no seu coração — faltou fé, sinceridade e reverência.
  • Segundo Hebreus 11.4, a fé foi o diferencial entre as ofertas dos dois irmãos.

Aplicação: Culto sem fé e sem submissão à vontade de Deus é rejeitado. Deus olha primeiro para o coração do adorador.


📖 QUARTA – Gênesis 4.9

“E disse o Senhor a Caim: Onde está Abel, teu irmão? E ele disse: Não sei; sou eu guardador do meu irmão?”

  • A arrogância de Caim é visível na sua resposta sarcástica a Deus.
  • A palavra “guardador” vem de שָׁמַר (shamar), que significa "vigiar, guardar, proteger". Ele nega o princípio de responsabilidade pelo próximo.
  • Esse versículo ecoa o mandamento que viria depois: “Amarás o teu próximo como a ti mesmo” (Lv 19.18).

Aplicação: O pecado de Caim não foi só fratricídio, mas também a recusa de responsabilidade fraterna.


📖 QUINTA – Gênesis 4.10

“E disse Deus: Que fizeste? A voz do sangue do teu irmão clama a mim desde a terra.”

  • O “sangue” no hebraico é דָּם (dam), mas aqui aparece no plural: דְּמֵי (demei), sugerindo o sangue de Abel e de seus descendentes que nunca nasceram.
  • O verbo “clama” é צָעַק (tsa'aq), que transmite um grito de angústia, denúncia e justiça.
  • Esse clamor contrasta com o sangue de Jesus, que fala "melhores coisas" (Hb 12.24).

Aplicação: O sangue inocente derramado exige justiça — e aponta para a justiça final de Cristo, o Justo Juiz.


📖 SEXTA – Hebreus 11.4

“Pela fé, Abel ofereceu a Deus maior sacrifício do que Caim...”

  • A palavra grega para “fé” é πίστις (pístis), indicando confiança viva e obediente em Deus.
  • Abel é o primeiro mártir da fé e seu exemplo é lembrado como alguém que adorou com sinceridade.
  • “Depois de morto, ainda fala” — sua fé se tornou testemunho eterno de adoração verdadeira.

Aplicação: O culto com fé e pureza de coração é eterno diante de Deus. A verdadeira fé deixa legado.


📖 SÁBADO – 1 João 3.12

“Não como Caim, que era do maligno, e matou a seu irmão...”

  • João revela a raiz espiritual do assassinato de Abel: Caim pertencia ao maligno.
  • A palavra grega para “matou” é σφάζω (spházō), que implica morte brutal, como no abate de um animal sacrificial — irônico, pois Caim recusou o verdadeiro sacrifício.
  • Ele matou por inveja, pois “as obras de seu irmão eram justas” — ou seja, o culto de Abel expôs a falsidade de Caim.

Aplicação: A rejeição do bem e a inveja da piedade alheia são sinais de um coração longe de Deus.

HINOS SUGERIDOS: 124, 243, 244

Introdução
1- A Queda afetou a verdadeira adoração
2- Dois irmãos, duas ofertas distintas
3- A oferta agradável a Deus
Conclusão

DINAMICA EXTRA

Comentário de Hubner Braz


🎯 Dinâmica: “O Coração por Trás da Oferta”

Objetivo:
Levar os participantes a compreenderem que o valor da adoração não está apenas no que oferecemos a Deus, mas na intenção e condição do nosso coração ao oferecer.


📝 Materiais:

  • Dois envelopes bonitos (representando as ofertas de Abel e Caim)
  • Duas folhas de papel com conteúdo diferente (ver abaixo)
  • Uma caixa decorada (representando o altar)
  • Bíblia
  • Quadro branco ou cartaz para reflexão final

📜 Preparação:

  1. Coloque dentro de um envelope um papel com a frase:
    👉 “Oferta com fé, obediência e sinceridade de coração.”
    (representa Abel)
  2. No outro envelope, coloque a frase:
    👉 “Oferta feita por obrigação, sem fé e com orgulho.”
    (representa Caim)
  3. Coloque os dois envelopes na caixa do altar.

👥 Como fazer:

  1. Introdução (2-3 min):
    Explique que todos adoram a Deus de alguma forma, mas Deus se agrada da adoração verdadeira, que parte de um coração que reconhece a Sua soberania.
  2. Atividade (5-7 min):
    Peça para dois voluntários (ou um grupo) escolherem aleatoriamente um envelope da caixa do altar.
  3. Cada um lê o conteúdo em voz alta.
  4. Pergunte ao grupo:
    • Qual dessas ofertas Deus aceitaria?
    • Por quê?
    • O que torna nossa adoração aceitável diante de Deus?
  5. Leia com todos Hebreus 11.4 e destaque que Abel foi aprovado por sua e intenção sincera.

🪧 Reflexão Final:

Escreva no quadro ou diga em voz alta com todos:

Deus não olha apenas o que ofertamos, mas o coração com que ofertamos.


Aplicação:

Encoraje o grupo a refletir:

  • Como está a minha vida de adoração?
  • Tenho adorado a Deus apenas por aparência ou com fé e entrega?
  • O que preciso ajustar no meu coração esta semana?

COMENTARIO EXTRA

Comentário de Hubner Braz


A introdução da lição, ao tratar da história de Caim e Abel como os primeiros ofertantes registrados nas Escrituras, nos conduz a um tema central no relacionamento entre Deus e o ser humano: a adoração aceitável diante de Deus. O episódio de Gênesis 4 revela que Deus não apenas observa a oferta, mas principalmente o ofertante e a intenção do seu coração. É a partir dessa perspectiva que podemos desenvolver um comentário teológico, bíblico e profundo.


🕊️ 1. A Oferta que Agrada a Deus: O Princípio da Fé

O autor de Hebreus interpreta claramente a razão pela qual Deus se agradou da oferta de Abel:

"Pela fé, Abel ofereceu a Deus maior sacrifício do que Caim..." (Hb 11.4)

A palavra "fé" no original grego é πίστις (pístis), que denota confiança, fidelidade, convicção baseada em revelação. Isso sugere que Abel agiu em resposta a uma revelação ou orientação divina, enquanto Caim aparentemente ignorou ou desconsiderou esse padrão. A fé de Abel o levou a oferecer dos primogênitos de suas ovelhas e da gordura delas, o que indica prioridade, sacrifício e obediência, aspectos centrais de uma adoração autêntica.

📚 O teólogo John MacArthur comenta que "a diferença entre as ofertas de Caim e Abel não era simplesmente o tipo de presente, mas a atitude do coração e a disposição de obedecer a Deus conforme a Sua vontade revelada" (Estudo da Bíblia MacArthur, Hb 11.4).


🔥 2. O Coração do Ofertante: Obediência vs. Orgulho

Em Gênesis 4.4-5, o texto mostra que Deus atentou primeiro para Abel, depois para sua oferta, mas não atentou para Caim, nem para sua oferta. Isso sugere que o caráter e a motivação do adorador são mais relevantes para Deus do que o sacrifício em si.

📘 O comentarista Warren Wiersbe escreve:

“Deus rejeitou Caim e sua oferta porque seu coração não estava em submissão. Ele queria se aproximar de Deus ao seu modo, não ao modo de Deus.”
(Wiersbe, Comentário Bíblico Expositivo – Gênesis a Deuteronômio)

Assim, a adoração que agrada a Deus é teocêntrica (centrada em Deus) e não antropocêntrica (centrada no homem). Ela se baseia na obediência à revelação divina, e não na criatividade ou conveniência do adorador.


🛐 3. Princípios de Adoração no Antigo e Novo Testamento

Desde os tempos de Gênesis, vemos que Deus estabelece princípios para o culto e a adoração:

  • Sinceridade de coração (Sl 51.17)
  • Obediência à Palavra (1 Sm 15.22)
  • Fé na promessa de Deus (Hb 11.4)
  • Oferta de valor espiritual e pessoal (Ml 1.6-8)

No Novo Testamento, Paulo reforça que a verdadeira adoração envolve entregar o corpo como sacrifício vivo (Rm 12.1) e adorar em espírito e em verdade (Jo 4.24). Isso significa que a adoração aceitável não é ritualística, mas existencial e relacional.


📚 Conclusão Teológica

A história de Caim e Abel nos ensina que a verdadeira adoração nasce da fé, da obediência e da humildade. Deus rejeita o culto que provém de um coração arrogante, mesmo que ele seja externamente belo. Como destaca Leon Morris:

“A adoração aceitável é sempre uma resposta à revelação de Deus; quando esta é ignorada, até mesmo o ato religioso torna-se pecado.”
(The Epistle to the Hebrews, Eerdmans)

Portanto, o ponto de partida da adoração que agrada a Deus é o coração rendido, submisso, que reconhece a soberania e santidade de Deus desde o princípio.

COMENTARIO EXTRA

Comentário de Hubner Braz


A Queda afetou a verdadeira adoração, à luz de Gênesis 4.


📖 1. A Queda e o rompimento da adoração verdadeira

A narrativa de Gênesis 4 mostra que a Queda em Gênesis 3 não foi apenas uma desobediência pontual, mas uma ruptura estrutural entre o homem e Deus, com consequências profundas para a espiritualidade, a adoração e as relações humanas. A adoração, que antes da Queda era espontânea, íntima e plena (Gn 3.8), torna-se marcada por conflitos, orgulho e rejeição.

📚 O teólogo Millard Erickson, em Teologia Sistemática, afirma que:

“O pecado trouxe não apenas separação de Deus, mas também distorção na própria capacidade do homem de adorá-lo com retidão e verdade.”

Isso fica evidente no contraste entre Caim e Abel. Abel oferece pela fé (Hb 11.4), com coração sincero e com os primogênitos e a gordura, indicando excelência e entrega total. Já Caim, embora pratique um ato de culto, o faz sem fé e sem obediência ao padrão revelado — e isso Deus rejeita (Gn 4.4-5).


💔 2. A adoração sem coração: Caim e o efeito do pecado

O problema de Caim não foi apenas o que ele ofereceu, mas como e com que motivação ofereceu. A recusa de Deus à sua oferta revelou o estado interior de Caim, que, em vez de se arrepender, deixou-se dominar pela ira (Gn 4.6-7) — uma emoção não redimida que culmina em violência fratricida.

📘 O comentarista bíblico Derek Kidner observa:

“A oferta de Caim não era má por si só, mas refletia uma vida sem devoção verdadeira. Deus rejeita tanto o presente quanto o ofertante, pois estavam ambos corrompidos pela atitude interior.”
(Genesis: An Introduction and Commentary, Tyndale OT Commentary)

Esse episódio ilustra como o pecado afeta não apenas a moralidade humana, mas sua espiritualidade e relação com Deus. A adoração deformada de Caim revela a extensão da queda: o ser humano agora tenta se aproximar de Deus por meios próprios, e não conforme a revelação divina.


⚖️ 3. A ira, a inveja e o rompimento da comunhão

Quando Deus reprova a atitude de Caim, Ele lhe oferece a chance de arrependimento (Gn 4.6-7), mostrando que Deus ainda estende graça mesmo após a Queda. Porém, ao invés de ouvir a voz divina, Caim entrega-se ao domínio do pecado — “o pecado jaz à porta” (v.7). O termo hebraico usado aqui (רֹבֵץ – robêts) descreve o pecado como um animal feroz à espreita, pronto para devorar.

📚 Segundo Bruce Waltke, renomado hebraísta, esse versículo é crucial:

“Deus apresenta o pecado como uma força viva que deseja controlar o ser humano. A escolha é entre dominar o pecado ou ser dominado por ele, e a adoração verdadeira está no centro dessa escolha.”
(Genesis: A Commentary, Zondervan)

Caim escolhe o caminho do orgulho, da autopiedade e da violência. Assim, a Queda manifesta-se não apenas em um ato moral, mas em um rompimento relacional total: com Deus, com o próximo e com a própria alma.


🧠 Conclusão Teológica

A história de Caim e Abel mostra que a Queda desfigurou a verdadeira adoração: ela deixou de ser uma expressão de amor e submissão, e tornou-se, para muitos, um ritual vazio ou instrumento de autojustificação.

O pecado corrompeu:

  • A motivação da adoração
  • A comunhão com Deus
  • O relacionamento com o próximo

No entanto, a rejeição de Caim não é final: Deus o adverte, o confronta e oferece uma chance de retorno. Isso mostra que a adoração verdadeira ainda é possível, mesmo em um mundo caído, se for feita pela fé, com sinceridade, e em obediência ao que Deus revelou.

COMENTARIO EXTRA

Comentário de Hubner Braz


📖 1. A esperança no nascimento: o eco de Gênesis 3.15

O nascimento de Caim e Abel não pode ser compreendido plenamente sem relacioná-lo à primeira promessa messiânica em Gênesis 3.15 – conhecida como o protoevangelho, onde Deus promete que da descendência da mulher viria alguém que esmagaria a cabeça da serpente.

Ao nomear seu primogênito “Caim” (em hebraico: קַיִן – Qayin), Eva declara:

“Alcancei [qaniti] do Senhor um varão” (Gn 4.1).

A raiz hebraica usada aqui é קָנָה (qanah), que significa “adquirir, possuir, obter”. Alguns estudiosos, como o Pr. Marcos Sant’anna da Silva, observam que Eva interpretou o nascimento de Caim como um possível cumprimento da promessa divina. Isso mostra a fé de Eva, mas também sua expectativa escatológica: o Salvador poderia vir rapidamente.

📘 Gordon Wenham, em seu comentário sobre Gênesis (Word Biblical Commentary), reforça:

“O uso do verbo qaniti (‘adquiri’) aponta para uma compreensão teológica da maternidade como dom divino e da criança como possível agente da redenção.”


💨 2. Abel: um nome que anuncia a transitoriedade da vida

O segundo filho, “Abel” (em hebraico: הֶבֶל – Hevel), tem um nome carregado de significado simbólico. A palavra hevel significa literalmente “sopro, vapor, fôlego passageiro”, e aparece repetidamente no livro de Eclesiastes traduzida como “vaidade” (Ec 1.2).

📚 Warren Wiersbe, como citado, destaca:

“O nome Abel nos diz que a vida é breve.”

Este nome, dado ainda na infância, possivelmente revela:

  • A consciência pós-Queda da fragilidade da existência humana.
  • Uma antecipação profética: Abel teria uma vida curta e marcada por injustiça.

O contraste entre os nomes é teologicamente revelador:

  • Caim representa a força, a aquisição, a esperança humana.
  • Abel, a fragilidade, a finitude, e a confiança silenciosa no Senhor.

📘 Victor Hamilton, em The Book of Genesis, sugere que essa diferença nos nomes pode refletir as expectativas divergentes dos pais: a autoconfiança colocada em Caim, e uma aceitação mais humilde da condição humana expressa em Abel.


⚖️ 3. Um nascimento entre a promessa e a corrupção

Caim e Abel são os primeiros seres humanos a nascerem já sob o peso da maldição do pecado, fora do Éden. Isso inaugura um novo paradigma teológico: a vida humana agora nasce com esperança e dor, com potencial e com corrupção, algo que o apóstolo Paulo vai desenvolver em Romanos 5.12:

“Por um só homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado a morte.”

O nascimento de Caim e Abel marca o início da história da redenção como conflito entre duas linhagens espirituais:

  • A linhagem dos que vivem pela fé (representada por Abel).
  • E a linhagem dos que seguem seus próprios caminhos (Caim, Ismael, Esaú etc.).

📘 Bruce K. Waltke, em seu comentário de Gênesis, ressalta:

“O texto apresenta Abel como um prenúncio dos justos que sofrem nas mãos dos ímpios – um padrão que se repete ao longo da Bíblia e é consumado na pessoa de Cristo.”


🙏 Aplicações espirituais e teológicas

  1. A vida é um dom divino – Caim e Abel nasceram não apenas como produto da união humana, mas como resultado da ação soberana de Deus. Toda vida é um presente da graça divina.
  2. O nascimento carrega em si uma expectativa messiânica – Desde Eva, os crentes aguardam o Redentor que vence o pecado e traz reconciliação.
  3. A transitoriedade da vida nos ensina a depender de Deus – O nome “Abel” nos lembra que a existência humana é frágil, e que somente a fé pode nos conectar ao eterno.

COMENTARIO EXTRA

Comentário de Hubner Braz


📌 1.2. A Oferta que Deus Rejeita: Uma Adoração Sem Aliança

📖 Texto base: Gênesis 4.3-5,8

“E aconteceu, ao cabo de dias, que Caim trouxe do fruto da terra uma oferta ao Senhor. E Abel também trouxe dos primogênitos das suas ovelhas e da sua gordura; e atentou o Senhor para Abel e para a sua oferta. Mas para Caim e para a sua oferta não atentou. E irou-se Caim fortemente, e descaiu-lhe o seu semblante.” (Gn 4.3-5)


🧠 1. Adoração Externa vs. Coração Interno

A narrativa deixa claro que o problema não estava na matéria da oferta em si, mas na condição do coração do ofertante.

📘 O Dicionário John Davis afirma com precisão:

“O coração de Caim não era reto diante de Deus, por isso sua oferta foi rejeitada.”

Essa linha é reforçada por Hebreus 11.4:

“Pela fé, Abel ofereceu a Deus maior sacrifício do que Caim...”

A oferta de Abel foi motivada pela fé, enquanto a de Caim foi ritual sem comunhão. A fé bíblica (gr. pistis) está sempre ligada à dependência e obediência a Deus, o que Caim desprezou.

📘 O teólogo Warren Wiersbe comenta:

“Caim não ofereceu um sacrifício de sangue, e tampouco o fez com fé. Ele queria se aproximar de Deus segundo seus próprios termos, e não conforme Deus havia revelado.”


📚 2. A Teologia do Sacrifício e a Necessidade do Sangue

Abel ofereceu “dos primogênitos das ovelhas e da sua gordura” (Gn 4.4), um tipo de sacrifício aceitável, que antecipa os sacrifícios cruentos da Lei e aponta para o Cordeiro de Deus (Jo 1.29).

📘 Victor Hamilton escreve:

“A referência à gordura indica um conhecimento primitivo sobre o tipo de sacrifício que agrada a Deus. Isso é notável, pois não havia ainda a Lei Mosaica, mas já havia revelação suficiente sobre o tipo de oferta que Deus esperava.”

A aceitação de Deus era dupla: “para Abel e para sua oferta”. Isso mostra que Deus olha primeiro para o ofertante, depois para o que ele oferece (cf. Pv 15.8).


⚖️ 3. Caim: O protótipo da falsa religião

Caim representa o adorador carnal, que busca Deus por conveniência, tradição ou obrigação, e não por amor e submissão.

📘 O teólogo Bruce K. Waltke declara:

“A oferta de Caim era mecânica, desprovida de fé e arrependimento. Ao invés de um coração quebrantado, ele traz frutos do trabalho de suas mãos, tentando talvez negociar com Deus.”

A resposta de Caim à rejeição mostra seu espírito endurecido:

  • Ficou irado com Deus.
  • Invejoso do irmão.
  • Rejeitou a exortação divina (Gn 4.6-7).
  • Planejou o homicídio (Gn 4.8).

📘 J. Vernon McGee comenta:

“Deus deu a Caim a oportunidade de se corrigir, mas ele resistiu. Essa é a marca da rebelião humana: querer se justificar, não mudar.”


💀 4. O pecado se aperfeiçoa na ausência de arrependimento

“Se bem fizeres, não haverá aceitação para ti? E, se não fizeres bem, o pecado jaz à porta…” (Gn 4.7)

A palavra hebraica para “pecado” aqui é חַטָּאָה – chatta'ah, e a imagem apresentada é de um predador agachado à porta, pronto para atacar.

📘 Gordon Wenham escreve:

“O pecado é descrito como um animal selvagem, um inimigo externo que se torna interno se não for vencido. Caim não é uma vítima, mas um agente ativo de sua própria queda.”

Não havendo arrependimento, Caim passa por um processo de degradação:

  1. Inveja → Ira → Assassinato → Negação → Indiferença → Exílio.
  2. Sua religião vira rejeição, e sua herança, morte e maldição.

📖 5. Aplicações Teológicas e Espirituais

  1. Deus rejeita ofertas sem comunhão – Não basta ofertar; é necessário ter um coração regenerado pela fé.
  2. A adoração verdadeira exige fé e obediência – A fé de Abel o justificou (Hb 11.4); Caim tentou “comprar Deus” com obras mortas.
  3. A recusa em se arrepender destrói a alma – Caim teve chance de se arrepender, mas preferiu endurecer-se.
  4. A falsa adoração conduz à violência – A religião sem regeneração gera ódio, julgamento e até perseguição dos fiéis (1Jo 3.12).

🧩 Conclusão

A história de Caim e Abel é mais que um relato trágico — é uma lição profunda sobre adoração, fé e caráter. Deus deseja adoradores que o adorem em espírito e em verdade (Jo 4.23-24), e rejeita tudo o que provém de um coração soberbo e indiferente. A verdadeira adoração começa com uma vida transformada, não apenas com rituais.

Se desejar, posso complementar com:

  • Uma ilustração para escola dominical
  • Um quadro comparativo entre Caim e Abel
  • Ou uma devocional aplicada para os dias de hoje

COMENTARIO EXTRA

Comentário de Hubner Braz


📌 1.3 – A Oferta que Agrada a Deus: Fé, Justiça e Entrega

“E Abel também trouxe dos primogênitos das suas ovelhas, e da sua gordura; e atentou o Senhor para Abel e para a sua oferta.” (Gênesis 4.4)


🧠 1. A Oferta como Reflexo do Coração

A aceitação da oferta de Abel se deu não apenas pelo tipo ou qualidade do que foi ofertado, mas, sobretudo, pela condição do seu coração. A ordem do texto é reveladora: “atentou o Senhor para Abel e para a sua oferta” (Gn 4.4). Ou seja, Deus primeiro olha para o ofertante, depois para o que ele oferece (cf. Pv 21.27; Mt 5.23-24).

📘 Warren Wiersbe comenta:

“A diferença fundamental entre as ofertas de Caim e Abel não era material, mas espiritual. Abel ofereceu um sacrifício em fé, obedecendo a uma revelação divina, ao passo que Caim tentou se aproximar de Deus de maneira independente.”

A adoração verdadeira não nasce do exterior, mas do íntimo: é um ato espiritual (Jo 4.24), fundamentado na fé e na submissão à vontade revelada de Deus.


📖 2. Hebreus 11.4: A Fé como Fundamento da Oferta Aceita

“Pela fé, Abel ofereceu a Deus maior sacrifício do que Caim, pelo qual alcançou testemunho de que era justo, dando Deus testemunho das suas ofertas…” (Hb 11.4)

A fé aqui é a palavra grega πίστις (pístis), que significa confiança ativa e obediência à revelação divina. Isso nos faz entender que Deus já havia comunicado à humanidade a forma correta de adorá-lo, ainda que não registrada explicitamente até então.

📘 O comentarista Gordon Wenham afirma:

“O uso das ‘primícias’ e ‘gordura’ implica um conhecimento anterior de um modelo sacrificial, mesmo antes do sistema mosaico. A oferta de Abel foi aceitável porque foi feita conforme o padrão divino.”

Além disso, a expressão “maior sacrifício” (Gr. πλείονα θυσίαν) não se refere apenas ao valor material, mas ao significado espiritual e à motivação por trás da oferta: foi um sacrifício custoso, representando entrega e obediência total.


🐑 3. A Primícia e a Gordura: Símbolos da Excelência e da Devoção

Abel ofereceu:

  • Dos primogênitos — O primeiro e melhor do rebanho (representando confiança e honra a Deus, cf. Pv 3.9).
  • Da gordura — Parte mais valiosa e consagrada ao Senhor no sistema sacrificial (Lv 3.16), um símbolo de dedicação e valor.

📘 Paul Gardner reforça:

“O mais novo apresentou os melhores animais do rebanho, para enfatizar o valor e o custo deles.”

📘 John MacArthur conclui:

“Abel compreendeu que Deus exige um sacrifício com sangue, conforme a revelação, e por isso sua oferta foi recebida. Já Caim confiou em seu próprio esforço.”

Isso nos mostra que adorar a Deus não é um ato arbitrário, mas uma resposta de fé à Sua Palavra.


⚖️ 4. Abel: Modelo de Justiça e Testemunho

Abel não apenas ofereceu corretamente, mas sua vida foi um testemunho de justiça. Hebreus 11.4 diz que ele “alcançou testemunho de que era justo”. Isso ecoa a ideia de que a fé verdadeira produz uma vida que agrada a Deus.

📘 O teólogo Leon Morris observa:

“Abel é a primeira vítima da fé verdadeira. Sua morte foi resultado de uma vida que contrastava com a do ímpio.”

Seu nome, como diz Paul Gardner, significa “sopro” ou “vaidade” (hebraico hebel), o que prenuncia a brevidade de sua vida, mas, paradoxalmente, seu testemunho ecoa até hoje:

“…por ela, depois de morto, ainda fala.” (Hb 11.4)


💡 5. Aplicações Espirituais e Teológicas

  1. Deus se importa com quem somos antes do que oferecemos – O ofertante é mais importante que a oferta.
  2. A verdadeira adoração nasce da fé – Não é uma performance religiosa, mas uma resposta obediente ao que Deus revelou.
  3. A adoração que agrada custa algo – Primícias e gordura representam renúncia, entrega e excelência.
  4. A justiça precede o culto – A oferta de Abel foi expressão de uma vida justa; Caim tentou usar o culto para mascarar seu coração rebelde.

🧩 Conclusão

A oferta de Abel nos ensina que Deus não aceita qualquer forma de adoração, mas apenas aquela que brota de um coração cheio de fé, justiça e entrega. Adorar exige submissão à Palavra, renúncia pessoal e uma vida coerente com o sacrifício apresentado.

Abel morreu cedo, mas ainda fala, ensinando-nos que a verdadeira adoração tem custo — e recompensa eterna.

COMENTARIO EXTRA

Comentário de Hubner Braz


📌 2 – Dois Irmãos, Duas Ofertas Distintas

Texto-base: Gênesis 4.3-4 | 1 Samuel 16.7 | Hebreus 11.4


🧠 1. O Coração do Ofertante: A Chave da Aceitação

O relato de Gênesis 4 é mais do que uma narrativa sobre ofertas; é uma revelação profunda sobre a verdadeira adoração e o relacionamento entre o ser humano e Deus após a Queda. Tanto Caim quanto Abel prestam culto, mas Deus aceita um e rejeita o outro, não com base no valor material da oferta, mas na intenção do coração (1Sm 16.7).

📘 John Stott afirma:

“A adoração verdadeira não depende tanto do ritual, mas da atitude interior. Deus vê além da aparência e sonda a motivação.”

📖 Em 1 Samuel 16.7, Deus declara:

“O homem vê o que está diante dos olhos, porém o Senhor olha para o coração.”
Esse princípio é aplicável diretamente ao episódio de Caim e Abel.


📖 2. A Natureza das Ofertas: Sangue e Fruto

  • Abel oferece primogênitos e gordura das ovelhas — elementos claramente associados à ideia de sacrifício expiatório, prefigurando o sacrifício vicário (Lv 3.16; Hb 9.22).
  • Caim oferece “do fruto da terra” — não há menção de serem primícias ou de qualidade, o que pode sugerir negligência espiritual ou mera formalidade religiosa.

📘 Gordon Wenham, em seu Commentary on Genesis, destaca:

“A oferta de Abel é sacrificial, enquanto a de Caim parece mais um tributo. A diferença está na intenção espiritual e no alinhamento com a vontade de Deus.”

📘 John MacArthur reforça:

“Deus provavelmente já havia instruído sobre a necessidade de sangue no sacrifício (cf. Gn 3.21). Abel obedeceu com fé, Caim agiu por conveniência.”


✝️ 3. Hebreus 11.4: A Oferta Aceita pela Fé

“Pela fé, Abel ofereceu a Deus maior sacrifício do que Caim…” (Hb 11.4)

A expressão grega para “maior sacrifício” (πλείονα θυσίαν) refere-se à superioridade do conteúdo espiritual, e não necessariamente material. Abel é exaltado na galeria da fé como exemplo de fé obediente, reverente e sacrificial.

📘 William Lane, no Comentário de Hebreus, diz:

“A fé de Abel consistia em obedecer a Deus, mesmo sem ver o resultado. Sua oferta era expressão de justiça.”

📘 R. C. Sproul também observa:

“A rejeição de Caim mostra que a adoração baseada na justiça própria é inaceitável. Abel confiou na graça, Caim em seu próprio mérito.”


⚖️ 4. Caim: Um Culto Sem Submissão

Caim representa o tipo de adorador que quer agradar a Deus segundo seus próprios termos, não conforme a revelação divina. Sua reação após a rejeição (Gn 4.5-8) revela um coração cheio de orgulho, inveja e violência — características da carne (Gl 5.19-21).

📘 Matthew Henry comenta:

“Caim trouxe uma oferta, mas sem fé, sem amor, e sem reverência. Deus não aceita o culto hipócrita.”


🧩 5. Aplicações Teológicas e Espirituais

  1. Deus não aceita qualquer tipo de adoração — Há uma forma correta de se aproximar d’Ele (Jo 4.24).
  2. O culto verdadeiro exige fé e obediência — Não é apenas ação exterior, mas expressão de um coração submisso.
  3. Deus prioriza o caráter do ofertante — A oferta só é válida se vier de um coração íntegro.
  4. A ira contra a correção é sinal de rebeldia — Caim não aceitou a disciplina divina, mas a transformou em ódio.


💬 Conclusão

O episódio de Caim e Abel nos ensina que adorar a Deus não é uma questão de formalidade religiosa, mas de fé obediente e sincera. O Senhor continua a procurar adoradores que O adorem “em espírito e em verdade” (Jo 4.24), e não segundo os caprichos do coração humano. Como bem disse A. W. Tozer:

“Deus não pode ser aceito parcialmente. Ele exige o coração por inteiro.”

COMENTARIO EXTRA

Comentário de Hubner Braz


📌 2.1 – A Perfeita Adoração ao Senhor


🔥 1. A Adoração como Prioridade e Exclusividade

O princípio bíblico da adoração exclusiva a Deus aparece de Gênesis ao Apocalipse. Quando Jesus respondeu a Satanás em Lucas 4.8, Ele citou Deuteronômio 6.13 e reafirmou a exigência central das Escrituras:

“Adorarás o Senhor, teu Deus, e só a ele servirás.”

Isso não se refere apenas a atos litúrgicos formais, mas ao comprometimento pleno com Deus, com a vida, com o coração e com os recursos.

📘 John Piper, no livro Let the Nations Be Glad, afirma:

“A adoração é o objetivo final da missão e da criação. Tudo o mais — evangelismo, discipulado, serviço — existe porque a verdadeira adoração ainda não existe plenamente em todas as nações.”


📖 2. A Oferta de Abel e o Princípio da Excelência

Em Gênesis 4.4, lemos que Abel trouxe "das primícias do seu rebanho e da gordura". A palavra “primícias” aponta para a prioridade e qualidade no que é ofertado a Deus. A palavra hebraica para gordura (cheleb, חֵלֶב) era considerada a parte mais excelente do sacrifício (Lv 3.16), dedicada exclusivamente ao Senhor.

📘 John Walton, especialista em Antigo Testamento, comenta:

“A aceitação da oferta de Abel não foi arbitrária. Ele escolheu e preparou com cuidado o que ofereceria. Sua adoração era uma expressão de fé, reverência e honra.”

Essa distinção revela que adorar a Deus exige consciência, dedicação e integridade — não apenas o gesto exterior, mas a motivação interna correta.


🧠 3. O Coração da Adoração: Motivo, não apenas Ação

O texto de Êxodo 34.14 declara:

“Porque não adorarás outro deus; pois o Senhor, cujo nome é Zeloso, é Deus zeloso.”

O zelo de Deus se refere à exclusividade e santidade de Sua presença. Isso mostra que Deus não aceita uma adoração "qualquer", feita por costume, vaidade ou superficialidade.

📘 A. W. Tozer, em The Knowledge of the Holy, diz:

“A adoração aceita por Deus é aquela que flui de um coração quebrantado, consciente da santidade divina e cheio de temor reverente.”

O próprio sacrifício de Jesus ilustra a perfeita adoração — entrega total, voluntária e motivada por amor e obediência ao Pai (Hb 10.5-10).


💡 4. A Oferta Certa do Jeito Certo

O Bispo Abner Ferreira toca num ponto fundamental ao dizer:

“Não basta fazer a coisa certa; é preciso fazer do jeito certo.”

Esse princípio ecoa as instruções dadas em Levítico 22.22, onde Deus rejeita ofertas com defeito, mesmo se oferecidas de boa vontade. O ensino é claro: o Senhor merece o melhor — não o resto, nem o que sobra.

📘 J. I. Packer, em Conhecimento de Deus, declara:

“A verdadeira adoração é uma resposta de temor e amor à auto-revelação de Deus. Ela exige o nosso melhor, porque Ele é digno do melhor.”

📘 Craig Keener, comentando Lucas 4.8, observa:

“Jesus coloca a adoração como o centro da vida humana. Servir a Deus é um desdobramento natural de adorá-lo como único e absoluto.”


5. Aplicações Espirituais e Devocionais

  1. Adoração exige excelência espiritual e entrega pessoal. Não basta cumprir um rito; é necessário ter um coração reto.
  2. O que oferecemos ao Senhor revela quem Ele é para nós. As primícias expressam que Deus está em primeiro lugar.
  3. A generosidade agrada ao Senhor. Dar com fé, generosidade e gratidão faz parte da verdadeira adoração (Lc 6.38).
  4. Deus é zeloso e não aceita culto pela metade. Devemos servi-lo com integridade e reverência.


🧎 Conclusão

A história de Caim e Abel nos ensina que adorar a Deus não é apenas um ato externo, mas um reflexo do caráter e da fé do ofertante. A adoração verdadeira exige excelência, santidade e sinceridade. Como nos ensina Hebreus 12.28:

“Sirvamos a Deus agradavelmente, com reverência e santo temor.”

Assim, sigamos o exemplo de Abel — oferecendo a Deus o melhor que temos, com o melhor do nosso coração.

COMENTARIO EXTRA

Comentário de Hubner Braz


📌 2.2 – O Caminho da Adoração


🧭 1. A Verdadeira Adoração Passa pela Fé (Hb 11.6)

“Ora, sem fé é impossível agradar a Deus; porque é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que ele existe e que é galardoador dos que o buscam.” — Hebreus 11.6

Este versículo é o fundamento do “caminho da adoração”. A fé é o canal indispensável pelo qual o adorador se aproxima de Deus. O exemplo de Abel mostra que sua oferta foi aceita não apenas por sua qualidade, mas por sua fé (Hb 11.4).

📘 Wayne Grudem, em sua Teologia Sistemática, afirma:

“A verdadeira adoração não pode ser separada da fé salvadora. Deus requer mais do que rituais; Ele requer corações transformados e submissos à sua verdade.”

A adoração de Caim foi rejeitada porque não era expressão de fé viva, mas de um formalismo vazio. Era um culto exterior, desprovido de compromisso com a verdade revelada.


⚠️ 2. O Pecado Como Barreiras Intransponíveis (Is 59.2)

“As vossas iniquidades fazem separação entre vós e o vosso Deus, e os vossos pecados encobrem o seu rosto de vós, para que não vos ouça.” — Isaías 59.2

Essa passagem reforça que o pecado não confessado e o coração endurecido são obstáculos reais à adoração aceitável. Caim, com um coração rebelde e irado, mesmo tendo acesso ao altar, não teve acesso à comunhão com Deus.

📘 John Stott, em A Cruz de Cristo, declara:

“O pecado cria uma ruptura real entre Deus e o homem. Apenas pela confissão e arrependimento, restaurados pelo sangue de Cristo, podemos voltar a adorá-lo de forma verdadeira.”

Essa separação explica por que Deus não se agradou da adoração de Caim: seu coração não estava alinhado com a vontade divina, mas com a sua própria justiça e amargura.


🕯️ 3. O Espírito da Rebelião (1Jo 3.12; Jd 11)

“Não como Caim, que era do maligno, e matou a seu irmão.” — 1 João 3.12

“Ai deles! Porque entraram pelo caminho de Caim...” — Judas 11

O “caminho de Caim” representa uma trilha de religiosidade sem arrependimento, culto sem obediência, serviço sem submissão. É uma adoração exterior sem transformação interior. Caim se tornou símbolo da obstinação, da incredulidade e da rejeição voluntária da verdade.

📘 A Bíblia de Estudo Wiersbe comenta:

“É possível agir de modo religioso e, mesmo assim, nunca sentir o poder salvador de Deus. Os sacrifícios mais caros sem a submissão do coração nunca justificam o adorador.”

📘 A. W. Pink, em Exposition of Genesis, escreve:

“Caim representa o homem natural, religioso, mas sem regeneração. Ele quer vir a Deus por seus próprios méritos, rejeitando a revelação divina sobre o sacrifício e a fé.”


🧠 4. O Culto Verdadeiro Envolve o Coração (Sl 51.16-17)

“Pois não te comprazes em sacrifícios... Os sacrifícios para Deus são o espírito quebrantado; a um coração quebrantado e contrito, não desprezarás, ó Deus.” — Salmo 51.16-17

Davi, ao se arrepender profundamente, revela o que Deus realmente busca no adorador: um coração quebrantado, contrito e dependente da graça. Sacrifícios formais, por si só, sem essa disposição interior, são inúteis aos olhos do Senhor.

📘 D. A. Carson, em Worship by the Book, afirma:

“A adoração autêntica está profundamente ligada à resposta do coração à santidade de Deus. Sem arrependimento, a adoração se torna uma afronta ao caráter divino.”


5. Aplicações Espirituais

  1. A adoração começa no coração — com fé, arrependimento e sinceridade.
  2. Religiosidade não salva — sem transformação interior, o culto se torna vazio.
  3. O verdadeiro adorador é aquele que anda em justiça e humildade diante de Deus (Mq 6.6-8).
  4. Deus não busca adoração estética, mas espiritual — conforme João 4.23-24: “em espírito e em verdade”.
  5. Caim se tornou religioso sem ser justo; Abel foi justo, e sua fé o justificou diante de Deus.


🙏 Conclusão

O “caminho da adoração” é traçado pela fé obediente, pelo arrependimento genuíno e pela rendição total a Deus. Caim representa todos os que se aproximam de Deus sem fé, sem submissão e sem mudança de vida. Já Abel representa o verdadeiro adorador, cuja oferta é fruto de um coração íntegro.

“O Senhor conhece os que são seus” (2Tm 2.19), e somente esses podem adorá-lo de modo aceitável.

COMENTARIO EXTRA

Comentário de Hubner Braz


📌 2.3 – A Pureza da Adoração


🕊️ 1. Adoração Pura Parte de um Coração Quebrantado

“O sacrifício agradável a Deus é o espírito quebrantado; coração quebrantado e contrito, não o desprezarás, ó Deus.” — Salmo 51.17

A narrativa de Gênesis 4 expõe uma verdade fundamental: Deus examina não apenas a oferta, mas o coração do adorador (1Sm 16.7). A rejeição da oferta de Caim não foi baseada no tipo de presente, mas no estado moral e espiritual daquele que o oferecia. Abel tinha um coração submisso e temente, enquanto Caim apresentava um coração orgulhoso e invejoso.

📘 O Comentário Bíblico Beacon afirma:

“A preferência de Deus por Abel provocou a ira de Caim, revelando o caráter corrompido de seu coração. Deus não rejeitou Caim arbitrariamente, mas o alertou: ‘Se procederes bem, não é certo que serás aceito?’”

A pureza da adoração está no caráter do adorador, e não apenas em seus atos exteriores. O problema de Caim era interior — sua inveja e egocentrismo contaminavam sua adoração.


😠 2. Inveja: O Veneno da Adoração Impura

“O coração com saúde é a vida da carne, mas a inveja é a podridão dos ossos.” — Provérbios 14.30

A inveja é, na Bíblia, um pecado do coração que revela descontentamento com a vontade de Deus e hostilidade contra o próximo. Caim não suportou o favor divino concedido a seu irmão. Sua reação mostra que sua adoração nunca foi genuína, mas uma tentativa de autopromoção.

📘 John Stott, em A Mensagem do Sermão do Monte, comenta:

“A inveja é uma forma de orgulho ferido. É um pecado contra o amor, contra o próximo e, acima de tudo, contra a soberania de Deus.”

📘 Wayne Grudem acrescenta:

“A adoração verdadeira exige humildade, pois reconhece que Deus é soberano e bom, mesmo quando Sua vontade nos contraria. Onde há inveja, não há verdadeira adoração.”


💔 3. Adoração Sem Amor é Rejeitada por Deus

“Quem não ama não conhece a Deus, porque Deus é amor.” — 1 João 4.8

Caim assassinou Abel porque sua adoração estava desprovida de amor. João afirma claramente:

“Caim era do maligno e matou a seu irmão. E por que o matou? Porque as suas obras eram más, e as de seu irmão, justas.” (1Jo 3.12)

A ausência de amor na vida do adorador desqualifica qualquer expressão religiosa como aceitável diante de Deus. A adoração, para ser pura, deve ser fruto do amor a Deus e ao próximo.

📘 D. A. Carson, em Worship by the Book, declara:

“Adoração sem santidade e sem amor é uma paródia do culto verdadeiro. Deus não busca vozes afinadas ou atos cerimoniais, mas corações rendidos e mãos limpas.”


⚖️ 4. Deus é Justo em Aceitar ou Rejeitar a Adoração

A rejeição de Caim não foi arbitrária. Deus, em Gênesis 4.6-7, confronta Caim com a verdade:

“Se procederes bem, não é certo que serás aceito?”
Isso mostra que a aceitação de Deus estava condicionada à disposição do coração e à obediência prática.

📘 O teólogo R. C. Sproul comenta:

“A adoração a Deus exige conformidade com sua revelação. Deus é santo, e a adoração profana, motivada por orgulho, será sempre rejeitada.”

📘 A. W. Tozer, em O Conhecimento do Santo, resume:

“O Deus que adoramos é imutável, santo e zeloso. A adoração só é verdadeira quando reconhecemos quem Ele é e nos colocamos em submissão total a Ele.”


🧠 5. Aplicações Espirituais

  1. Adoração começa no interior — com um espírito quebrantado e contrito.
  2. A inveja destrói a comunhão e invalida a adoração.
  3. Não basta frequentar o culto — Deus requer um coração puro e obediente (Mt 5.23-24).
  4. A adoração deve ser acompanhada de justiça, amor e fé (Mt 23.23).
  5. Deus trata com seriedade o coração do adorador — não se impressiona com aparências (Is 1.11-17).


🙏 Conclusão

A história de Caim e Abel nos ensina que a pureza da adoração não está na forma externa da oferta, mas na intenção interior do coração. Caim tentou adorar a Deus com um coração manchado pela inveja e pelo orgulho, e foi rejeitado. Deus busca adoradores que o adorem “em espírito e em verdade” (Jo 4.23), com humildade, fé e amor.

“A adoração pura nasce de um coração rendido e sincero, não de um ritual vazio e egoísta.”

COMENTARIO EXTRA

Comentário de Hubner Braz


📌 3 – A Oferta Agradável a Deus

“E Abel também trouxe dos primogênitos das suas ovelhas, e da sua gordura. E atentou o Senhor para Abel e para a sua oferta.” — Gênesis 4.4


🔎 1. A Teologia do Sacrifício no Gênesis

Desde os primeiros capítulos da Bíblia, percebemos que Deus estabelece um padrão espiritual de adoração aceitável por meio de sacrifícios. Em Gênesis 3.21, o Senhor providencia “vestes de peles” para Adão e Eva, o que indica o primeiro sacrifício vicário, apontando para o princípio da substituição e expiação pelo sangue.

Nesse contexto, Abel compreendeu que a adoração exigia um sacrifício de vida, um substituto, e ofereceu os primogênitos de suas ovelhas e da sua gordura (Gn 4.4), o que denota qualidade, fé e obediência.

📘 O Comentário Bíblico Beacon afirma:

“O contraste entre Caim e Abel não está simplesmente nos produtos oferecidos, mas na disposição do coração. Abel entendeu que a verdadeira adoração envolve submissão e dependência total de Deus.”


🐑 2. O Valor dos Primogênitos e da Gordura

A menção aos “primogênitos” (hebraico: bekor) e à “gordura” (cheleb) tem profundo significado teológico:

  • Primogênitos: eram considerados os mais preciosos do rebanho. Oferecê-los era sinal de confiança em Deus para o sustento futuro. Era também uma prática que posteriormente seria confirmada na Lei Mosaica (Êx 13.2; Nm 18.17).
  • Gordura: na cultura hebraica, simbolizava a parte mais excelente do animal, geralmente queimada ao Senhor como oferta exclusiva (Lv 3.16).

📘 Wayne Grudem, em sua Teologia Sistemática, escreve:

“A aceitação da oferta de Abel não depende do valor material da oferta, mas de seu conteúdo espiritual: fé, obediência, e a consciência da necessidade de expiação por meio do sangue.”


✝️ 3. A Oferta que Aponta para Cristo

Abel, por fé, ofereceu um sacrifício que apontava para Cristo — o Cordeiro que seria imolado. Ele não apenas cumpriu um ato ritual, mas revelou fé salvadora (Hb 11.4):

“Pela fé, Abel ofereceu a Deus maior sacrifício do que Caim...”

📘 John MacArthur afirma:

“Abel reconheceu que a adoração aceitável exigia a morte de um substituto, o derramamento de sangue, antecipando a provisão divina no Calvário.”

📘 A. W. Pink, em Gleanings in Genesis, escreve:

“A oferta de Abel não apenas mostra sua obediência, mas reflete sua fé no plano redentor de Deus. Caim ignorou essa verdade e apresentou uma adoração sem sangue, sem expiação, apenas de obras.”


⚖️ 4. Coração e Consagração: A Diferença entre os Ofertantes

“Deus atentou para Abel e para sua oferta...” — Gênesis 4.4

Note que Deus olhou primeiro para Abel, e depois para sua oferta. Isso mostra que a oferta é aceitável quando o ofertante é aceitável.

📘 Warren Wiersbe, na Bíblia de Estudo Wiersbe, observa:

“Não era o tipo de oferta que tornava Abel aceitável, mas sua fé. Caim seguiu o caminho da religiosidade sem arrependimento, e por isso sua adoração foi rejeitada.”


🧠 5. Aplicações Teológicas e Espirituais

  1. Deus não aceita qualquer adoração – A adoração deve estar de acordo com os princípios revelados por Ele.
  2. A oferta aceitável nasce de um coração com fé, humildade e submissão.
  3. A melhor parte é para Deus – o que Abel fez deve inspirar o cristão a oferecer o seu melhor a Deus, não as sobras (Ml 1.8).
  4. Cristo é o Cordeiro definitivo – Todo verdadeiro culto cristão deve ter a cruz como centro (Jo 1.29; Hb 9.22).
  5. Deus sonda o coração do ofertante antes de aceitar sua oferta (Pv 21.27; Mt 5.23-24).

🙏 Conclusão

A oferta de Abel nos ensina que a verdadeira adoração exige sacrifício, fé e excelência. A atitude do coração é mais importante do que o valor material da oferta. Deus rejeitou a oferta de Caim porque ele não demonstrou fé, nem submissão. Abel, ao contrário, ofereceu o melhor, com fé no Redentor prometido. Por isso, sua adoração foi aceita e seu exemplo permanece como testemunho de fé (Hb 11.4).

“Deus aceita ofertas que nascem de corações consagrados. O melhor que podemos dar é aquele que nasce da fé, da gratidão e da santidade.”

COMENTARIO EXTRA

Comentário de Hubner Braz


📌 3.1 – Abel, um Adorador por Excelência

“Pela fé, Abel ofereceu a Deus maior sacrifício do que Caim, pelo qual alcançou testemunho de que era justo, dando Deus testemunho dos seus dons; e por ela, depois de morto, ainda fala.” – Hebreus 11.4


🕊️ 1. A excelência espiritual de Abel

Abel é descrito nas Escrituras como um exemplo de verdadeira adoração, cujo sacrifício foi aceito por Deus. Ele se distingue por sua fé viva, sua retidão de caráter e sua disposição em oferecer o melhor a Deus, revelando um coração inteiramente voltado ao Senhor.

📖 Mateus 23.35 se refere a Abel como “justo”, e 1 João 3.12 destaca que suas obras eram “justas”, enquanto as de Caim eram más. Essa distinção fundamental não se dá apenas no tipo da oferta, mas sobretudo na motivação espiritual do ofertante.

📘 Wayne Grudem, em sua Teologia Sistemática, enfatiza:

“A fé salvadora é a confiança pessoal em Deus que resulta em obediência. Abel exemplifica essa fé ao oferecer a Deus o melhor, em submissão e expectativa pela aceitação divina.”


🔥 2. Adoração em espírito e em verdade (Jo 4.24)

Jesus declarou que o Pai busca verdadeiros adoradores que o adorem em espírito e em verdade. Abel representa esse adorador, cuja adoração brota da fé e da sinceridade do coração (1Sm 16.7). Seu sacrifício não era apenas cerimonial, mas uma expressão externa de uma realidade interior — amor, reverência e confiança.

📘 John MacArthur comenta:

“A diferença entre Abel e Caim é a diferença entre religião e fé. Caim trouxe o que achava adequado; Abel trouxe o que Deus requeria. Um adorava à sua maneira; o outro segundo a revelação divina.”


🩸 3. O sacrifício e a fé redentora

O texto de Hebreus 11.4 é enfático: “Pela fé, Abel ofereceu...”. Isso indica que Abel reconhecia a necessidade de mediação e expiação pelo sangue — um tema que percorre toda a revelação bíblica e culmina no sacrifício de Cristo.

📘 A.W. Pink, em Gleanings in Genesis, escreve:

“A fé de Abel o levou a reconhecer a pecaminosidade do homem e a necessidade de um substituto. Seu sacrifício de sangue apontava para o Cordeiro de Deus, e por isso sua adoração foi aceita.”

📘 A Bíblia de Estudo Wiersbe também afirma:

“Abel deu a Deus o melhor com um coração sincero, crendo que Deus proveria a redenção. Caim confiava em si mesmo, Abel confiava em Deus.”


💔 4. O coração reto diante de Deus

Deus não olha apenas para a oferta, mas para o coração do adorador (1Sm 16.7). A retidão de Abel não era apenas moral, mas espiritual — ele demonstrava pureza, humildade e entrega. O amor a Deus com todo o coração, alma e entendimento (Mt 22.37) estava presente em sua atitude.

📘 Michael Kendrick e Daeyl Lucas, citados no enunciado, observam:

“Eles sabiam. [...] A vontade de Deus era clara. [...] Sabemos que Deus requer nossa devoção, não importa o custo.”
Isso ressalta que a obediência, não o ritual, é o que Deus valoriza.


🧠 5. Aplicações teológicas e espirituais

  1. Adoração verdadeira exige fé e coração puro – Não basta oferecer “algo”: é necessário fazer como Deus requer, em santidade e fé.
  2. O justo vive pela fé (Hc 2.4; Hb 10.38) – Abel é o primeiro mártir da fé. Seu testemunho permanece vivo porque sua vida e sua morte apontam para a justiça de Deus.
  3. Deus rejeita adoração superficial – Adoração de aparência, sem arrependimento e sem fé, é reprovada (Sl 51.16-17; Is 1.11-15).
  4. O adorador precede a oferta – Deus olhou primeiro para Abel e depois para sua oferta (Gn 4.4), ensinando que a aceitação da oferta depende da aceitação do ofertante.


🙏 Conclusão

Abel é o modelo do verdadeiro adorador: justo, obediente, e cheio de fé. Sua oferta não foi apenas o melhor do rebanho, mas o reflexo de um coração rendido a Deus. Ele viveu e adorou segundo a vontade revelada, antecipando, com seu sacrifício, o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo (Jo 1.29).

“Mesmo morto, ainda fala” (Hb 11.4) — Abel fala hoje à Igreja: a adoração que Deus aceita é aquela nascida da fé, da obediência e do amor sacrificial.

COMENTARIO EXTRA

Comentário de Hubner Braz


📌 3.2 – Abel, um Homem de Fé

“Pela fé, Abel ofereceu a Deus maior sacrifício do que Caim, pelo qual alcançou testemunho de que era justo...” — Hebreus 11.4


🧱 1. A fé como fundamento da adoração

A inclusão de Abel na galeria dos heróis da fé (Hebreus 11) não está fundamentada apenas em seu ato externo de adoração, mas na motivação interna e espiritual de sua fé genuína. Ao oferecer a Deus o melhor do seu rebanho, Abel demonstrou que sua confiança estava firmada não em obras ou mérito próprio, mas na graça e provisão divina.

📘 John Stott, em A Cruz de Cristo, destaca que:

“A fé não é uma simples confiança em Deus genérica, mas uma resposta específica à revelação divina. Abel responde a um padrão revelado de adoração, sinal de que sua fé era informada e obediente.”

Abel ofereceu um sacrifício com base na revelação recebida, não em improvisação. Isso aponta para a sua confiança na promessa de um Redentor, revelada em Gênesis 3.15 — a protoevangelium, a primeira pregação do evangelho.


👨‍👩‍👦 2. A fé herdada e transmitida

O texto sugere que Adão e Eva, mesmo após a queda, mantiveram viva a memória da presença de Deus e instruíram seus filhos sobre o Criador e Sua vontade. Isso se infere da própria prática sacrificial que Abel e Caim conheciam. A fé de Abel não surgiu do acaso, mas da transmissão de valores espirituais.

📘 O Comentário Bíblico Beacon afirma:

“O texto nos permite perceber que o conhecimento sobre adoração, sacrifício e a promessa de Deus fazia parte da formação dos filhos de Adão e Eva.”

📘 O Pr. Marcos Sant’Anna, citado, resume bem:

“Fé nos ensinamentos que havia recebido de seus pais acerca do Senhor, na promessa da vinda de um Redentor.”
Essa fé não era teórica, mas ativa — levou à ação concreta (cf. Tg 2.17-18).


🕊️ 3. A fé que agrada a Deus

Hebreus 11.6 declara:

“Sem fé é impossível agradar a Deus.”

A aceitação do sacrifício de Abel revela que Deus prioriza a fé sobre as formas, o coração sobre o ritual. A fé de Abel agradou ao Senhor porque:

  • Reconhecia sua condição de pecador;
  • Se submetia à vontade revelada de Deus;
  • Esperava na reconciliação prometida.

📘 Wayne Grudem, em Teologia Sistemática, define fé salvadora como:

“Confiança pessoal em Cristo para perdão de pecados e vida eterna, o que, na Antiga Aliança, se expressava na esperança da vinda do Messias e na obediência à vontade de Deus revelada.”


🩸 4. O sacrifício e a visão escatológica da fé

Abel não via o Redentor, mas cria na promessa. Sua fé se alinhava com o que Hebreus 11.1 declara:

“A fé é o firme fundamento das coisas que se esperam e a prova das coisas que se não veem.”

📘 O Comentário de F.F. Bruce sobre Hebreus destaca que:

“Abel foi o primeiro a agir pela fé como resposta a uma promessa ainda invisível. Seu sacrifício, portanto, é mais do que um ato de piedade: é um ato de esperança escatológica.”

📘 A.W. Pink afirma:

“O sacrifício de Abel era tipológico: apontava para Cristo. A fé de Abel repousava na substituição — um animal inocente em seu lugar — sinal de que entendia a necessidade de expiação.”


🧠 5. Aplicações teológicas e espirituais

  1. Fé genuína sempre gera obediência – Abel creu e, por isso, ofereceu.
  2. Adoração sem fé é vazia – Caim adorou sem fé, por isso foi rejeitado.
  3. A fé se baseia na Palavra recebida – Abel ouviu e respondeu ao que sabia de Deus.
  4. A fé produz um testemunho duradouro – “...ainda depois de morto, fala” (Hb 11.4).

📘 Warren Wiersbe em Exposição de Hebreus:

“A vida de fé não termina com a morte. O testemunho de Abel continua até hoje, ensinando-nos que a verdadeira adoração exige entrega total a Deus.”


🙏 Conclusão

Abel nos ensina que a fé é o elemento central da adoração verdadeira. Não foi o sacrifício animal em si que agradou a Deus, mas a atitude interior de um coração que confiava no Senhor, que aceitava a promessa do Redentor, e que se dispunha a obedecer com gratidão. Assim como Abel, somos chamados a oferecer nossas vidas como sacrifícios vivos, santos e agradáveis a Deus (Rm 12.1), movidos por fé viva e esperança eterna.

COMENTARIO EXTRA

Comentário de Hubner Braz


📌 3.3 – O Altar da Adoração Estava em Abel

“Deus atentou para Abel e para sua oferta.” — Gênesis 4.4


🧱 1. O conceito de altar no Antigo Testamento

No hebraico, mizbēaḥ (מִזְבֵּחַ) é a palavra mais usada para "altar", derivada do verbo zābaḥ (זָבַח), que significa “sacrificar”, “imolar”. Essa raiz verbal implica derramamento de sangue e entrega sacrificial voluntária — algo que aponta para um profundo reconhecimento da soberania divina e da necessidade de expiação.

📘 Segundo o Dicionário Bíblico Wycliffe:

“Altar é o local onde o adorador se encontra com Deus, normalmente através de sacrifício. É símbolo de comunhão, rendição, gratidão e consagração.”

Em Abel, vemos que o altar não era apenas uma estrutura externa, mas uma realidade interna, espiritual e existencial. Sua vida era o altar. Antes mesmo de oferecer o sacrifício visível, ele já havia se rendido invisivelmente no coração.


❤️ 2. Adoração interior e fé genuína

Abel revela que a verdadeira adoração começa no coração. O próprio Jesus declarou:

“Deus é espírito, e importa que os que o adoram o adorem em espírito e em verdade.” (Jo 4.24)

📘 Leon Morris, no Comentário do Evangelho de João (NICNT), explica:

“Adorar em espírito e em verdade é abandonar os rituais vazios e se aproximar de Deus com integridade interior. É a adoração que flui da fé e da sinceridade, não apenas da tradição externa.”

Abel demonstrou exatamente isso: não apenas cumpriu um ritual, mas entregou o melhor de si e do seu trabalho, com fé, temor e amor a Deus. Ele era, como Jesus diria mais tarde, um verdadeiro adorador.


🩸 3. O sacrifício como expressão de devoção

Ao oferecer “dos primogênitos de suas ovelhas e da gordura destas” (Gn 4.4), Abel não apenas deu algo, mas deu o melhor e o primeiro — isto é, prioridade e excelência. A menção da gordura no texto hebraico alude à parte mais valorizada da oferta sacrificial (cf. Lv 3.16), o que mostra que ele ofereceu com reverência, consciência e amor.

📘 Matthew Henry comenta:

“Abel ofereceu pela fé e pela obediência, com um coração sincero. Seu sacrifício era uma confissão de que o pecado exigia expiação e que a reconciliação só era possível por meio de um substituto inocente.”

📘 O Comentário Bíblico Pentecostal (CPAD) diz:

“A diferença não estava apenas no tipo de oferta, mas no coração dos ofertantes. Abel adorava a Deus com sinceridade; seu altar era o reflexo da sua alma.”


🙌 4. O altar como lugar de encontro, entrega e transformação

📘 O Bispo Abner Ferreira, citado, destaca o aspecto relacional e espiritual do altar:

“É no altar que recebemos nossa vitória, é no altar que o Senhor fala conosco.”

Isso é bíblico: o altar, desde os patriarcas, sempre foi:

  • Lugar de comunhão com Deus (Gn 12.7 – Abraão);
  • Lugar de adoração e entrega (Gn 22.9 – Isaque);
  • Lugar de intervenção divina (1Rs 18.30 – Elias no Carmelo);
  • Lugar de confissão e consagração (Lv 1–7 – sacrifícios mosaicos).

Abel antecipou esses princípios. Ele ofereceu não por obrigação, mas por reconhecimento da majestade de Deus e por amor sacrificial. Seu altar era um santuário pessoal de fé e submissão.


🌾 5. O contraste com Caim e a adoração falsa

Enquanto Abel adorava com o coração e pela fé, Caim apresentou algo do fruto da terra (Gn 4.3), mas sem evidência de fé, sem sangue, sem reverência, sem entrega total.

📘 Warren Wiersbe, em With the Word:

“Caim queria vir a Deus do seu jeito, e não pelo caminho que Deus tinha estabelecido. Ele praticou uma religião sem fé, sem arrependimento, e sem reconhecimento da necessidade de redenção.”

Caim queria adorar sem altar interior — sem se render. Por isso, foi rejeitado.


📖 Aplicações espirituais e teológicas

  1. O verdadeiro altar começa no coração – Deus não vê apenas a oferta, mas o ofertante (1Sm 16.7).
  2. Deus merece o melhor – Abel não deu o que sobrava, mas o primeiro e o melhor.
  3. Adoração sem rendição é religiosidade – Como Caim, podemos adorar sem fé, sem entrega e sermos rejeitados.
  4. A adoração verdadeira sempre envolve sacrifício – Não há adoração sem renúncia (Rm 12.1).
  5. O altar é lugar de encontro com Deus – É onde o céu toca a terra, onde a alma se inclina diante do Santo.


🙏 Conclusão

Abel nos ensina que o altar da verdadeira adoração está no coração transformado pela fé. Ele não apenas ofereceu um cordeiro — ele ofereceu a si mesmo, em espírito e em verdade. Seu altar era o reflexo de sua comunhão com Deus. Que a nossa adoração também transborde do interior, cheia de reverência, fé e entrega.

COMENTARIO EXTRA

Comentário de Hubner Braz


📖 Conclusão — Abel: Um Modelo de Fé e Adoração Genuína

"Pela fé, Abel ofereceu a Deus maior sacrifício do que Caim, pelo qual alcançou testemunho de que era justo..." (Hebreus 11.4)


🌟 1. Um coração que adora em espírito e em verdade

A narrativa de Abel nos ensina que Deus não busca apenas ofertas externas, mas corações rendidos. Sua aceitação diante de Deus não se deu apenas pelo tipo de oferta — mas pela fé com que ele a apresentou (Hb 11.4). Sua adoração não era circunstancial, mas resultado de uma fé interior que o levava a oferecer o melhor a Deus.

📘 Wayne Grudem, em sua Teologia Sistemática, afirma:

“A fé genuína sempre conduz à obediência e à adoração verdadeira. Onde há fé verdadeira, há um coração que busca agradar a Deus, não por interesse próprio, mas por amor e reverência.”


💧 2. Abel, reflexo da graça futura

Abel não conheceu a cruz, mas seu sacrifício tipificava o Cordeiro de Deus, que viria para tirar o pecado do mundo (Jo 1.29). O sangue de Abel clama por justiça (Hb 12.24), mas o sangue de Cristo clama por redenção, graça e reconciliação.

📘 O Comentário Bíblico Beacon (CPAD) observa:

“O sacrifício de Abel era aceito porque refletia uma atitude de humildade, fé e submissão à vontade revelada de Deus. Ele se tornou o protótipo do justo que sofre por causa de sua fidelidade.”


🕊️ 3. Um exemplo para a Igreja de hoje

Na geração de Abel, a adoração já era corrompida por vaidade e superficialidade, como visto em Caim. Hoje, não é diferente. Vivemos em dias de muito ativismo religioso e pouca entrega espiritual. Abel nos desafia a sermos adoradores sinceros, íntegros e submissos ao Senhor, ainda que isso custe rejeição ou sofrimento.

📘 O teólogo A. W. Tozer, em Os Adoradores que o Pai Procura, escreveu:

“A adoração aceita por Deus não é feita por rotina, mas por paixão. Deus se agrada de um coração quebrantado que se prostra com reverência, e não de lábios que o honram sem o coração.”


🔥 4. O testemunho de uma vida que adorou

O testemunho de Abel ainda fala (Hb 11.4), mesmo depois da morte. Isso nos mostra que uma vida de adoração sincera permanece como legado. A vida do adorador deixa marcas eternas — não no mundo, mas no céu.

📘 O comentarista F. F. Bruce, ao falar de Hebreus 11, escreve:

“Abel foi o primeiro mártir, e sua fé foi a semente da história da salvação. Sua vida e sua oferta são memória viva de que a fé sempre agrada a Deus.”


Aplicações finais

  • Que nossa adoração seja movida pela fé, não pela forma.
  • Que ofereçamos o nosso melhor a Deus, não sobras ou formalismos.
  • Que nossa vida seja um altar contínuo, onde o nome de Deus é exaltado.
  • Que, assim como Abel, sejamos conhecidos não pelas nossas palavras, mas pela nossa entrega total a Deus.


🙏 Reflexão

Abel foi aceito porque Deus encontrou fé e sinceridade em seu coração. Que também sejamos achados assim diante de Deus, não apenas como ofertantes, mas como verdadeiros adoradores, cuja vida revela a graça de Cristo ao mundo.

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Ossada,2,Joás,1,JOEL,2,John Piper,1,John Stott,1,Jonas,3,Joquebede,2,Jornada,9,Jornal da Record,1,José,9,José Wellington,1,Josh McDowell,1,Josias,2,Josue,8,Josué,9,Jotta A,1,Jotta A lança 1º CD em culto evangélico,1,Jovem,254,Jovens,256,Judá,2,Judá e Tamar,1,Judas,1,Juízes,4,Juízo,1,Juízo Final,7,Julgamento,5,Julgamento Final,2,julgar,1,Julio de Sorocaba,1,Julio Severo,1,Juniores,48,Juramento,1,Justiça,4,Justo,1,Juvenis,35,Karkom,1,Karl Marx,1,Karma,1,Katy Perry,1,Kelly Medeiros,1,Kenneth E. Hagin,1,Kopimism,1,Lançamento,3,Lanna Holder,2,Layssa Kelly,1,Lázaro,7,Lei,5,Léia e Jacó,7,Leilão,3,Leis,2,Leitor,1,Leitora,1,Leitura,9,LEITURA BÍBLICA,3,Lembrancinhas,1,LeNovo,1,Lepra,1,Ler a Bíblia em 42 dias,3,Lésbica,1,leva Mr Catra e Sarah Sheeva para falar sobre infidelidade: “Para Deus pode tudo”. Assista ao vídeo,1,Levítico,1,Liberdade,3,Libertação,1,Libertador,1,Libertinagem,1,Libertos,2,Lição,25,Lição 5,1,Lições,1,Lições Bíblicas,26,Lições Bíblicas da BETEL,467,Lições Bíblicas da CPAD,637,Lições de Vida,28,Líder,8,Líder Adolescente,29,Líder Jovem,28,Liderança,16,Líderes,3,Lídia,1,LinkedIn,1,Lino,1,Lista,2,Litoral,1,Liverpool,1,livre,5,Livre Arbítrio,7,Livres,2,Livro,61,Livro do Trono,5,Livro em Audio,7,Livro Selado,2,Livros - Comentarios,100,Livros Evangelicos,50,livros poéticos,13,Localização,1,Logos,1,Loide,3,Loira,1,Longanimidade,1,Lopes,1,Louco,1,Louvor,10,LSD,1,Lua Nova,1,Lucas,14,Lucifer,1,Lutando,1,Lutas Marciais Mistas,1,Luto,7,Luz,1,Luz do mundo,2,Lya Luft,1,MacBook Air,1,machine learning,1,Maçonaria,1,Maconha,1,Madame de Stael,1,Mãe de Moises,8,‪Magia,1,Magogue,2,Maias,1,Mal,4,Malala,1,Malaquias,4,Manancial,1,Mandamento,8,Manifestação,4,Manifestação em Cristo,2,Manual de missões,22,Mãos,2,Maquiagem,2,Marcador de Páginas,1,Marcas,3,Marcha Para Jesus,2,Marco Pereira,1,Marcos Pereira,2,Mardoqueu,7,Maria Madalena,2,Mário Quintana,2,Martinho Lutero,14,Mártir,2,Mártires Cristãos,4,Massacre,1,Masturbação,7,Materialismo,1,maternal,20,Mateus,2,Matityáhu,1,Matrimonio,7,maturidade cristã,8,Max Lucado,2,Meditação,1,Mega Sena da Virada com Fé,1,Melhor Bíblia de Estudo,11,Melhores Blogs,3,Melhores Sites,4,Meninos de Rua,1,Menor,1,Mensagem,5,MENSAGENS,2,Mensagens para SMS,12,Mensagens SMS,2,Mensal,2,Messias,3,Mestre,4,Mesulão,1,metaverso,1,Meteoro,1,Metusalém,1,Michelle Bolsonaro,1,Mídias Sociais,2,Milagres,15,Milênio,3,Milionário,1,Millôr Fernandes,1,Milton,1,Minas,1,Ministério,25,Ministério Público Federal,2,Miqueias,3,Miriã,2,Misericórdia,6,Missão,44,Missiologia,30,Missionário,28,Missões,24,Mistério,1,Mitologia,1,Mitos,1,MMA,1,Mobilização,2,Moda Bíblica,2,Moda Cristã,2,Moda Evangélica,2,Modelo,3,Modelos,1,Moisés,21,Monarquia,3,Monte,4,Monte Tabor,1,Moralismo,1,Mordomia,9,Mordomo,1,Morrer,2,morte,14,Mortos,3,Motim,6,Motivos,1,Movimento,1,Muda,1,Mulçumano,1,Mulher,19,Mulher de Potifar,1,Mulheres,20,multiplicação,1,Mundo,9,Muro,1,Muros,1,Musica,8,Naama,1,Nacional,2,Namorado,18,Namorar,34,Namoro,114,Não,1,Não Prometeu,2,Nascença,2,Nascimento,3,Natureza,13,Naum,2,Necessidade,2,Neemias,4,Negar,2,Neimar de Barros,5,nem Cristo a Derrotaria,1,Neopentecostal,2,NetFlix,1,Nigéria,1,Nínive,1,Ninrode,1,No Fundo Do Poço,1,Noadia,1,Noé,1,Nome,2,Nome de Bebê,1,Nomes,2,Nora,2,Normalização,3,Norte,1,Noruega,1,Nota,2,Notícia gospel,95,Notícias Gospel,238,Nova,17,Novas Lições,2,Novela,2,Novo,5,Novo Testamento,6,Novos Céus e Nova Terra,12,Novos Convertidos,14,Novos Valores,2,nutricionista,1,Nuvem,1,NX Zero,1,O adeus,1,O beijo de Vancouver,1,O Bom Samaritano,2,O Bom Travesti,1,O casamento negro,1,O Exército de Cleycianne,1,O MINISTÉRIO DE EVANGELISTA,6,O MINISTÉRIO DE PASTOR,18,O Quarto da Porta Vermelha,1,O que é visível e apenas o avesso da Realidade,1,Obadias,2,Obede-Edom,1,Obediência,24,Obesidade,1,Obra,4,Obras,14,obreiro,2,Obstáculos,1,Odio,1,Ofertada,8,Ofertas,9,Oficial,1,Olhando para direção errada,1,Olhar,3,Onde Estiver,1,ônibus,1,Onipotente,1,Onipresente,6,Onisciente,1,Online,1,Onri,1,ONU,1,Opinião,1,Opinião dos Outros,2,Oposição,1,Opressão,1,Oração,29,Orando,1,Orar,4,Orfanato,1,Organização,2,Origem,6,Os Melhores Livros,31,Os Valores do Reino de Deus,3,Oséias,6,Oséias e Gomer,6,Osiel Gomes,5,Outra Chance,3,Ovelha,9,Padrões,1,Paganismo,1,Pagãos,1,Pai,6,Paixão,3,Paixão e Cura,1,Palavra,6,Palavra de Deus,8,Palavras,1,Pandemia,5,Pânico,1,pão,2,Papa,1,Papa Francisco I,1,Papai,6,Papo,1,Paquera,2,Paquistanesa,1,Paquistão,1,Para Sempre,1,Parábolas,33,Paradoxo,2,Paródia Gospel,2,Paródia Gospel da música Kuduro com Jonathan Nemer #RiLitros,1,Participe,1,Partido Trabalhista PT,1,Páscoa,4,Pastor,28,Pastor Paul Mackenzie Nthenge,1,Pastor Presidente da Igreja do Evangelho Quadrangular,1,Pastor que cheirou a Bíblia como droga diz que essa foi a menor loucura que já fez por ela: “Eu já comi a minha Bíblia”. Assista ao vídeo,1,Pastora,2,Pastores,4,Paternidade,2,Patrick Greene,1,patristicas,2,Paulo,32,Pb. Renan Pierini,1,PDF,123,Pecado,46,Pecador Confesso,16,PECC,108,Pedindo,1,Pedofilia,2,Pedofilo,1,Pedra,1,Pedras,1,Pedro,9,peixe,1,Pelos,1,Pensamento,3,Pentateuco,6,Pentecostal,14,Pentecostes,16,Perda,3,Perdão,14,Perdidos,6,Perfeito,2,Perigo,9,Perigos,7,Perlla,1,Permanecer,1,Permitir,1,Perseguição Religiosa,4,Perseguidor,2,Personalizadas,1,Personalizar Foto,1,Perspectiva,1,Pesquisa,2,Pessoa,2,pessoas,5,Peter Moosleitner,1,Philip Yancey,8,Piada,1,Piercing,2,Pinguins,1,pintar unhas,1,Pira,1,Pirataria,1,Pirralha,1,Pison,1,Planeta Terra,2,Plano de Aula,8,PLANO DE LEITURA BÍBLICA,15,Planos,6,Plantador de Igrejas,2,Play Back,1,playboy,1,Plenitude,13,Poder,4,Poema,3,Poesia,4,Polêmica,4,Poligamia,2,Politica,1,Política,1,Pop Gospel,1,Porção,1,pornô,1,Porque caímos sempre nos mesmos pecados?,12,Portões,1,Posse,1,Possível,1,Posto,1,Povos,15,Pr Gilmar Santos,1,Pr Napoleão Falcão,3,Pr. Alexandre Marinho,1,Pr. Caio Fábio,2,Pr. Carvalho Junior,1,Pr. Ciro Sanches Zibordi,3,Pr. Claudionor de Andrade,1,Pr. Jaime Rosa,1,Pr. Jeremias Albuquerque Rocha,1,Pr. Marcelo Cintra,5,Pr. Marco Feliciano,8,Pr. Mário de Oliveira,1,Pr. Silas Malafaia,12,Pr. Yossef Akiva,1,Pragas,2,Praia,1,Prática,2,Praticar,3,Pré-Adolescentes,22,Preço,1,Predestinação,4,PrefiroBeijarABíblia,1,Pregação,14,Pregadores,4,Premier,1,Premium,1,Preocupar,1,Preparado,8,Preparativos,1,Presbíteros,1,presidente,4,Presídio,1,Prevenção,2,previdência,1,Primário,35,Primeira,2,primeiro,4,Primeiro Amor,18,Primeiro Beijo,5,Primícias,2,Primogênitos,1,Princípios,1,Prioridades,2,Prisão,4,Prisioneiro da Paixão,4,privada,1,Problemas,3,Profecia,21,Professor,22,Profeta,62,Profeta Jeremias,3,Profetas,25,Profetas Menores,36,Profética,4,Profético,9,Programa de Educação Cristã Continuada,1,Programa Na Moral,1,Programa Superpop,1,Progressista,1,Projeto,2,Projeto Cura Gay,2,Promessa,23,Prometida,3,Promoção,5,Promoção Blogosfera Apaixonada,2,Propósito,4,Prosperidade,1,Prostituta,2,Proteção,13,Protesto,1,Provai,1,Provê,1,Proverbios,28,PSDB,1,Pura,1,Purifica,12,Puro,1,Pv 4.23,1,Qualidades,1,Quando Deus diz não,9,Queda,10,Quem segue a Cristo,3,Quem Sou?,1,Querer,2,Querite,1,Raça,1,Racismo,1,Rainha de Sabá,4,Rainha Ester,16,Raptare,1,Raquel,2,Realidade,8,Rebeldia,3,Rebelião,1,Receber,1,Reconciliação,2,Reconstrução,1,Recuperação,1,Rede Globo,2,Rede Insana,2,Redenção,1,Redentora,1,redes neurais,1,reflexão,21,reformado,14,regime,1,Regininha,1,Registro Módico,1,regras,1,Rei,3,Rei Xerxes,1,Reinado,16,Reino,20,Reino de Deus,22,Reino dividido,8,Reino do Messias,7,Reis,3,Rejeição,1,Relacionamento,73,Relativismo,3,Relatos,5,Relógio da Oração,4,Remida,1,Renato Aragão esclarece polêmica sobre seu próximo filme sobre o “segundo filho de Deus” que gerou polêmica nas redes sociais.,1,Renuncia,1,Renúncia,1,Reportagem,2,Resenha,78,Reservado,2,Resguardar,1,Resistir,1,Resplandecer,1,Responde,1,Responsabilidade,2,Resposta,1,resposta bíblica,1,Ressurreição,6,Restauração,7,Restauracionismo,1,Resumo,9,Retorno de Cristo,3,Retribua,1,Reuel Bernardino,1,Rev. Augustus Nicodemus,3,Revelação,5,Revelado,1,Revista,215,revolução industrial,1,Rezar e Amar,1,Richard Baxter,1,Rico,4,Rio Tigre,1,Riqueza,3,Riscos,1,Roboão,1,Rock Gospel,1,Rodolfo Abrantes,1,Roupas,3,Rubem Alves,1,Ruins,1,Russel Shedd,1,Rute,24,Sá de Barros,3,Sábado,1,Sabatina,1,Sabedoria,31,SABER+,3,Sacerdócio,14,Sacerdotal,13,Sacrifício,4,Sadhu Sundar Singh,1,Safira,2,Safra,1,Sal da Terra,1,Salmos,46,Salomão,12,Salvação,30,Salvador,23,Sambalate,1,Samuel,18,Samuel Mariano,1,Sangue,3,Sangue no Nariz,1,Sansão,3,Santa Ceia,4,Santidade,16,Santificação,17,Santo,4,sapienciais,1,sapiências,1,Sara,2,Sarah Sheva,1,Satanás,7,Saudações,2,Saudades,5,Saul,10,Saulo,2,Savífica,1,Secrets by OneRepublic,1,Segredo,1,Seguidor,1,Seguir,1,Segunda,3,Segundo,1,Segundos,1,Segurança,1,Seita,2,Seja um empreendedor Polishop e ganhe dinheiro sem sair de casa,1,Selada,1,Seleção Brasileira,1,Sem,1,Sem Garantia,1,Semeador,9,Semente,2,Sementes,2,Seminário,1,Senhor,4,Senhorio. Jesus,1,Sensibilidade,1,Sentido da Vida,6,Sentimento,2,Sentimentos,4,Separação,2,Separar,2,Ser,3,será que é pago?,2,Serenata de Amor,1,Série Chá Com Professores,4,Série Dicas de Como Liderar,24,Série Mensagem Subliminar,1,Série Versículos Mal Interpretados,5,Sermão,4,Sermão do Monte,4,Sex,2,Sexo,5,Sexual,4,Sexualidade,11,Sidney Sinai,1,SIFRÁ e PUÁ,1,Significados,4,Silas Malafaia,5,Silêncio no Céu,10,Silk,1,Silk Digital,1,Símbolos,1,Simples,1,Sinal,1,Sincero,1,Sistema,2,Sites,3,Slide PC,2,Slider,462,slides,11,Smartphone começa a ser vendido por operadoras nesta quarta-feira (6). Galaxy S3 é o principal rival do iPhone 4S. Compare os dois modelos,1,SMS Gratuito com WhatsApp para seu Smartphone,1,Soberania,1,SOCEP,1,Sofonias,7,Sofrimento,4,Sogra,3,Soldados,5,Solidão,2,Solidariedade,1,Solução,1,Sonhos,5,Sonhos de Valsa,1,Sono,1,Sono da Alma,10,Sorrir,3,Sorteio,2,Sou,1,Subjugação,1,Sublimação,1,Sublimidade,1,Submissão,5,Subsídio,134,Sucessor,1,Sueca,1,Sujeição,1,Sul,1,Sulamita,5,suprema,2,Surface Pro 2,1,Suspenção,1,Sutiã,1,Sutileza,11,Sutilezas,1,tabela,1,Tabernáculo,4,Tabita,1,Tablet,1,Talentos Cristãos,4,Tarado,1,Tarso,1,Tatuagem,3,TCC,1,Teatro,1,Tecido,1,Tecnologia,2,Tela Cinza,1,Telegram,1,Temas,2,Temática,2,Temor,9,Temperamento,1,Tempestade,2,Templo,3,Tempo,5,Tempo de Viver Coisas Novas,3,Tempos,8,tensorflow,1,Tentação,10,Teologia,32,Teologia da Libertação,3,Termino de Namoro,7,Término do Namoro,2,Termos,1,Terra,4,Terra Prometida,8,Terremoto,1,Testamento,1,Testemunho,21,Thalles Roberto,3,Thalles Roberto comenta da repercussão de música cantada por Ivete Sangalo,1,The Best,1,The Noite,1,Theotônio Freire,1,Tiago,16,Tigres,1,Tim Keller,1,timidez,2,Timna,1,Timóteo,13,Timothy Keller,1,Tipos,14,Tiras,1,Tirinha,4,Tirinhas Gospel,13,Tiro,1,tisbita,1,Títulos,1,Tomas de Aquino,1,Top,2,Top Blogs,4,TOP Canais,1,Top Sites Fotos,3,Top5,2,Torá,1,Tozer,1,TPM,1,Trabalho,4,Tragedias no Rio de Janeiro,1,Traição,2,Transcendência,2,Transfer,1,Transforma,2,Tratando de uma leucemia,1,treinamento,1,Trevas,1,Tribunal de Cristo,2,Tribunal de Justiça,1,Trimestre,2,Trindade,7,Trino,2,Triunfal,1,Trono Branco,5,Tudo vê,1,Túnica,1,Tutelar,1,TV,1,TV Band,2,TV Record,3,Twitter,5,UFC,1,Ultimos Dias,1,Últimos Dias,1,um trono e um segredo,3,Uma crente,1,Uma História de Ficção,79,Unção,3,Ungido,2,Unidade,12,Universo,2,Uno,1,Urias,1,Utensilios,1,Uzá,1,Vagabundo Confesso,29,Valdemiro Santiago,4,Valores,1,Vanilda Bordieri,1,Velhice,3,Velho Testamento,1,Velório,1,Vem,2,Vencendo,2,Vencer,2,Vendedor de Droga,1,Vento,5,Ver Deus,1,Veracidade,13,Verdade,10,Verdadeira,8,Verdadeira História,1,Verdadeiro,4,verdades,1,Versículos,4,Viagem,5,Vício,1,Vida,34,VIDA CRISTÃ,6,Vida depois da morte,14,Vida Pessoal,3,Vidas,1,Vídeo,24,Vigilância,2,vinda,5,Vindouro,3,Vinho,1,Violência,2,Virá,2,Virgem,3,Virgindade,3,Virtude,1,Visão,2,Vitor Hugo,1,Vitória em Cristo,1,Vivendo,1,Viver,7,Voca,1,vocacionados,1,Volta,2,Volta de Cristo,5,Votação,1,Wanda Freire da Costa,1,webdevelops,2,Yehoshua,1,Yeshua,1,YOSHÍA,1,You Tube,2,youtuber,2,Zacarias,3,Zaqueu,1,Zelo,5,
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Pecador Confesso: Lição 1- O primeiro ato de adoração: reconhecendo a soberania de Deus desde o princípio | 2° Trimestre de 2025 | BETEL
Lição 1- O primeiro ato de adoração: reconhecendo a soberania de Deus desde o princípio | 2° Trimestre de 2025 | BETEL
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